Alice

Alice é um nome lindo né? Quando eu penso em uma Alice eu penso em uma menina (de qualquer idade) que é doce mas também é forte. Alice é o nome da minha avó linda. É um nome que eu gostaria de ter. E é o nome que eu eu sempre quis dar pra minha filha (se é que eu vou ter uma um dia). Enfim, pela magia desse nome eu resolvi abrir uma exceção daquele meu preconceito com séries novas e its que eu tinha falado antes aqui, e resolvi assistir hoje à nova série da HBO, chamada… Alice (dã).
Na verdade a estréia foi domingo passado. Mas como domingo é um péssimo dia pra se ver séries e nesse ainda teve o Emmy, vi pela internet. No site feito pela HBO pra série.
A personagem do título é a protagonista (dã again), uma garota de 25 anos moradora de Palmas que está prestes a se casar, mas tem que interromper os planos de mudança para ir ao enterro do pai, que morava em São Paulo e se jogou do vigésimo andar do prédio em que morava com a madrasta e a meia-irmã de Alice. Inicialmente ela vai pra voltar no dia seguinte, mas acaba perdendo o voô e se perdendo na metrópole desconhecida. Tenta alcançar a tia que a estava hospedando mas não consegue achá-la. Daí liga para uma amiga e acaba indo pra uma festa. E daí começa a paixão de Alice por São Paulo e sua falta de vontade de ir pra casa.
Nesse piloto não dá pra saber exatamente qual vai ser o rumo da série. Tudo parece mais um filme “acompridado” que uma série propriamente dita. Mas não que isso seja ruim. Muito pelo contrário. Os atores são melhores que o normal, a fotografia é alucinantemente linda e até a história é mais cativante (por mais que a primeira vista possa parecer meio simplezinha demais). Enfim, parece ser excelente, mas não deu pra dar o veredicto final ainda não. Mas de todo jeito, recomendo.

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23 de setembro de 2008. Televisão. 1 comentário.

Emmy 2008

Eu sou uma pessoa extremamente viciada em séries. Mas sempre procuro administrar o tanto de coisas que eu assisto pra não virar total escrava da TV (o que há uns anos eu realmente era). Daí, como eu também sou fiel às que eu assisto e quase nunca descarto uma série “boa e velha” por uma “promissora e nova”, acabo vendo só as “feijão com arroz” (dentre minhas preferidas estão as já ultrapassadas Lost, Heroes, e Prison Break e as que pouca gente que eu conheço vê como Chuck, Ugly Betty e Medium) e não vejo as its, do momento.
Nessa história toda, eu sempre acabo nem dando muita bola pro Emmy (mas assisto toda vez) porque os prêmios vão quase sempre pras séries its (o que é de se entender). Então eu assisto mesmo só pelas partes engraçadas que os atores participam. E nesse ano pra mim os grandes vencedores no quesito “parte engraçada” foram o Ricky Gervais “roubando” seu Emmy do ano passado do Steve Carrel e o tal de Don Rickles, um comediante de 82 anos que eu não conhecia mas me apaixonei só pelo tanto que ele me fez rir naquela apresentaçãozinha dele com a mocréia ruiva.
Fora isso, teve também aquela parte final dos cinco apresentadores de reality shows que foi engraçadinha (mas eu queria que a Heidi tivesse ganhado) e diz que a parte do começo em que arrancaram a roupa da Heidi foi boa também, mas daí eu não vi porque comecei a ver já era umas nove horas. Mas enfim né?
Aí embaixo segue o vídeo da parte do Ricky Gervais (a do Don Rickles eu não achei) pra você ver do que eu estou falando…

PS: Pra quem não sabe o Emmy aconteceu ontem a noite e a Sony passou ao vivo (e sem dublagem simultanêa! =D) às 19h. A reprise legendada vai ser domingo que vem às 21h.

22 de setembro de 2008. Televisão. Deixe um comentário.

Kisses

Um blog pra deixar com vontade de beijar… Qualquer um e em qualquer lugar!

18 de setembro de 2008. Fotografia, Internet. Deixe um comentário.

Moda boa e barata

Eu sou da opinião de que moda é diferente de marca. Para uma pessoa estar na moda ela tem que estar usando as tendências da estação de uma maneira que fiquem bem nela e que combinem entre si. Ou seja, a roupa tem que estar em harmonia. E isso independe se ela foi comprada no camelô da esquina ou na loja mais cara do shopping. (Tem até estilo que pede coisas baratinhas, o famoso hi-lo…)

Só que eu mesma tenho que admitir que quanto mais cara a roupa, mais bonita e de melhor qualidade ela normalmente é. E eu também prefiro muito mais voltar pra casa com uma sacolinha da Doc Dog por exemplo do que da Renner. Masss ultimamente está cada vez mais fácil entrar na C&A, na Marisa, na Renner e etcs. e achar coisas legais e super in (na moda de verdade, e não só aquelas coisas que já não se aguenta mais ver…). E o melhor: com um preço mil vezes mais acessível. Tá duvidando?  Então entra lá no site da C&A por exemplo e veja você mesma. O mais legal é que lá ainda dá pra fazer um testizinho e descobrir qual das novas coleções combina mais com seu estilo. (O meu deu certinho, cheio de estampas de zebrinha que estão sendo ultimamente meu vício – hoje mesmo comprei uma camiseta assim)

17 de setembro de 2008. Compras, Internet, Moda. Deixe um comentário.

Post Secret

Post Secret é um projeto de um norte americano chamado Frank Warren que busca juntar cartões postais com os segredos das pessoas. Ele recebe milhares deles todos os dias em sua caixa postal e os publica semanalmente em seu blog para depois juntar os melhores postais e publicá-los em livros. Foi inclusive através de um dos livros que eu fiquei sabendo do projeto há mais de um ano e desde então entro quase toda semana no blog pra ler os segredos alheios. O mais legal é quando dá pra se identificar com algum. Se é alguma coisa obscura você se sente aliviado de não estar só, e se é algo besta (como este daí de baixo, que é praticamente meu de tanto que eu me identifico) você ri e também se sente feliz de não ser o único. Enfim, a curiosidade humana é uma coisa né?

16 de setembro de 2008. Internet, Literatura. Deixe um comentário.

My Blueberry Nights

Esses dias estava de bobeira e fui na locadora ver o que tinha de bom. Como sempre, os mesmos “lançamentos” de sempre. Então resolvi que já estava na hora de eu ver Um Beijo Roubado (em inglês, My Blueberry Nights), filme que sempre tive curiosidade de saber se era bom ou ruim.
A protagonista é Elizabeth (Norah Jones – sim, a cantora), uma mulher que acaba de ter o coração partido por um homem que a traiu. A história começa com ela ligando pro bar de Jeremy (Jude Law) e perguntando se ele viu o tal traidor por lá. Ela quer entregar as chaves dele pra ele. Depois ela mesma vai pro bar e larga as chaves com o dono, que as deixa em um potinho já cheio de chaves abandonadas. Só que ela não consegue sair de lá, voltando todas as noites pra saber se ele já pegou as chaves. E é aí que, para se distrair (ela do tal homem e ele de sua solidão de madrugada), Jeremy e Elizabeth passam horas conversando e comendo as tortas de blueberry desperdiçadas do bar.
Tudo muito lindo e romântico, mas a garota ainda não conseguiu superar a traição do homem lá e decide sair de Nova York, saindo sem rumo e sem destino e abandonando o pobre Jeremy apenas com cartões postais dos lugares onde vai, contando as várias histórias das pessoas que encontra.
Enfim, um filme simples, de uma história bem bonitinha e com uma fotografia maravilhosa. Mas só. Nada de muuuito interessante. Apenas bonito. Ah! E vale dizer que Jude Law está super sexy como sempre e a Norah Jones não decepciona nada como atriz. Além de que nesse filme tem também a sempre maravilhosa Natalie Portman no papel de uma jogadora compulsiva de pôquer com sotaque carregado do sul. Muito muito boa.

16 de setembro de 2008. Cinema. Deixe um comentário.